Publicado em: sábado, 25/01/2014

Em resposta a pesquisa da Universidade Princeton, Facebook diz que em 2021 a instituição deixará de existir

Em resposta a pesquisa da Universidade Princeton, Facebook diz que em 2021 a instituição deixará de existirDados de uma pesquisa realizada por dois engenheiros da Universidade Princeton gerou polêmica e destaque mundial durante esta semana. Para realizar o estudo, os engenheiros usaram modelos matemáticos para garantir que a rede social Facebook pode perder ecrã de 80% dos seus usuários até o ano de 2017. Sem demora, Mike Develin, analista de dados do Face, respondeu a altura, dizendo que, baseado em dados da instituição, a Princeton também pode sumir do mapa. O analista afirmou que, com os dados do Google, a universidade está com um alto índice de queda ao longo dos últimos anos.

Está informação revela que a instituição deverá ter apenas a metade de alunos até 2018, e que em 2021 nenhum estudante fará parte da Princeton. Com o objetivo de ter um embasamento melhor, Develin fez a sua pesquisa sobre a instituição em outras plataformas. No Facebook, o número de curtidas da Princeton vem caindo, enquanto os das suas rivais, Havard e Yale, crescem continuamente. Além disso, o analista aprimorou seu estudo, apontando dados do Google Scholar, que une artigos acadêmicos de vários países.

Ele declarou que os números são surpreendentes, já que, desde o ano de 2009 as revistas acadêmicas mostram que a porcentagem da Princeton cai rapidamente. Os dados levantados pelo funcionário do Facebook não tem rigor científico, mas mostra que os números não podem ser determinantes para o futuro, para exemplificar, o analista fala em seu artigo sobre a palavra “ar”. Ele cita que, as buscas no Google por essa palavra também cai drasticamente, ou seja, as projeções apontam que até 2060 não haverá mais ar no planeta, e que ninguém está nem se importando com isso.

Develin ainda acrescentou que o Facebook ama a universidade, mas, como eles são cientistas de dados, quiseram mostrar que eles não acreditam no fim da Princeton, e nem do ar, mas sim que as pesquisas não realizadas da mesma forma, e ainda, que alguns resultados são malucos.