Publicado em: domingo, 01/06/2014

Em maio, 11 capitais brasileiras passaram por greves de ônibus

Em maio, 11 capitais brasileiras passaram por greves de ônibusSó no mês de maio, 11 capitais brasileiras foram atingidas pelas greves dos ônibus. Os profissionais da área do transporte decidiram reivindicar por seus direitos, parando o trabalho. Eles buscavam por um reajuste salarial, benefícios e melhor condição de trabalho, colocando fim ao duplo trajeto de motoristas que acaba aglomerando as funções dos cobradores. Em algumas situações, houve funcionários que possuíram benefícios pontuais, já em outros casos, foram classificados como ‘abusivas’ pela Justiça. Há cidades em que a greve ainda permanece acontecendo, sem previsão para o término.

Algumas das cidades que estão nessa situação, são: Belém, Cuiabá, Florianópolis, Fortaleza, Manaus, São Luís e Teresina- suas greves foram comandadas pelo sindicato da região. Já no caso de Goiânia, Salvador, São Paulo e no Rio de Janeiro, houve uma decisão coletiva de não concordar com o acordo feito entre o sindicato, então os líderes de grupos rodoviários começaram a greve. Abaixo está um exemplo de como foi e o resultado de uma das onze capitais brasileiras que fizeram greve.

Amazonas -A greve foi organizada por trabalhadores de quatro empresas do transporte público de Manaus, tendo a direção dos líderes do sindicato dos rodoviários.

Causa: Foi em represália ao desconto em folha de pagamento que aconteceu após uma greve no dia 1º de junho do ano passado, não só o desconto foi cobrado, mas também o vale alimentação do primeiro turno, pagamento de férias, entrega de folha ponto e contra-cheque, repasse do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e também do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), sofreram alterações.

Tempo: A greve teve início no dia 7 de maio e teve fim no dia 8, depois de uma liminar do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) ser aprovada, solicitando o afastamento da diretoria do sindicato dos rodoviários.

Resultado final: Não houve acordo entre eles e nenhuma das reivindicações feitas pelos grevistas foi atendida. De acordo com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), um outro acordo está sendo tratado a mais ou menos dois meses com os trabalhadores, mas não foi finalizado e nada ficou definido.