Publicado em: quinta-feira, 08/05/2014

Em 2015 “o Brasil vai é bombar”, diz Dilma Rousseff

Em 2015 o Brasil vai é bombar diz Dilma RousseffAo contrário das avaliações que economistas e a oposição fizeram em relação ao país no ano de 2015, afirmando que seria um ano de ajustes financeiros, Dilma Rousseff desfaz estas afirmações, garantindo que “o Brasil vai é bombar” no próximo ano. O comentário feito pela presidente se deu durante um jantar com mulheres jornalistas que durou em torno de quatro horas, na noite da última terça-feira (6) no Palácio da Alvorada.

“Achar que o Brasil vai explodir em 2015 é ridículo”, diz a petista. A intenção era responder a criticas de adversários e transmitir otimismo sobre o futuro do Brasil, afim de tentar reverter o quadro de queda nas recentes pesquisas de eleição. O assunto em grande parte da conversa foi sobre a economia brasileira, e a presidente informou ter uma “má vontade tremenda” nas análises do país.

Segundo Dilma, “a inflação está sob controle mas não está tudo bem”, ela também ressalta seu ‘mal estar’ em relação aos preços e compara a taxa de crescimento dos bens de consumo com a taxa de crescimento dos serviços. “Nós não temos condição de fazer um investimento que produza efeito nos serviços, isso demanda tempo. E todo mundo quer mais: quando alcança um desafio, quer outro.

A gente fica ambicioso e quer mais”, relata. “O estoque de bens é de agora, mas o de serviços é um acúmulo do passado”, completa o chefe do Executivo federal, reafirmando que houve um déficit em investimentos no passado para que houvesse uma melhora atual na oferta de serviços. Durante o jantar, a presidente tentava passar com otimismo em relação a economia do país e os programas que o governo tem investido, além disso, ela também disparou comentários para os adversários, assim como também para Aécio Neves (PSDB), que afirmou há pouco tempo que não pouparia em tomar medidas impopulares se ele for eleito, contudo, Dilma garante que isso não será necessário. “Quem falou é que diga o que são medidas impopulares. Mas é preciso não confundir impopulares com antipopulares”, alfineta.