Publicado em: sábado, 21/06/2014

Eduardo Campos fala sobre a divisão e ressaltou a importância da união dos brasileiros

Eduardo Campos fala sobre a divisão e ressaltou a importância da união dos brasileirosNessa quarta-feira (18), o pré-candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, fez críticas em relação aos discursos eleitorais que tem falado sobre a segregação entre a classe alta e baixa. Durante uma entrevista ao programa “A Tarde É Sua” (RedeTV), comandado por Sônia Abrão, ele afirmou que a concentração política não é boa para o país e necessita quebrar paradigmas, se unindo para que possa crescer e avançar.

Ele acredita que essa polarização divide o Brasil e não é bom para o país, afirmando que todas as vezes que o Brasil avançou, foi porque houve união, diz fazendo referência a campanha das “Diretas Já” que a união foi fundamental para redemocratização e também a “Fora Collor”, logo depois pelo Plano Real. Campos completa dizendo que essa é a hora que o Brasil precisa se unir para que os políticos possam fazer uma agenda transformadora, acabar com o fato de que ‘um fez tudo e o outro nada’, para o pré-candidato isso não é verdade. Eduardo Campos ainda ressaltou que desde os tempos de Itamar Franco, os presidentes têm entregado um Brasil melhor do que quando assumem o cargo, com exceção à presidente Dilma Rousseff.

“Pior na violência, na economia e até no ânimo das pessoas”

Campos destaca que essa é a primeira vez desde que houve a redemocratização que uma presidenta chega ao seu último ano de mandato com o país pior do que ela encontrou. Pior na violência, na economia e até mesmo no ânimo das pessoas, criticou. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou os ataques contra a oposição, PSDB, durante seus discursos em apoio a Dilma, que irá se reeleger a presidência pelo PT.

No último domingo (15), ele afirmou que enxerga o ódio da ‘elite conservadora’ como ele mesmo classifica, que está incomodada com a ascensão social. Após essa declaração, ele alegou que o peemedebista Fernando Henrique Cardoso causou uma grande ‘promiscuidade’ entre o Executivo e o Congresso Nacional quando comprou votos para sua reeleição no ano de 1996.