Publicado em: quinta-feira, 06/10/2011

Dilma volta a falar que Brasil não está isento de sofrer as consequências da nova crise

Durante um pronunciamento realizado em Sófia, capital da Bulgária, nesta quarta-feira (5), a presidente Dilma Rousseff voltou a afirmar que o Brasil não está livre de sofrer as consequências do novo cenária formado pela “crise econômica bastante profunda”.

Nas últimas semanas, a presidente vem destacando que o país não está imune aos efeitos da nova recessão mesmo dispondo de uma economia sólida e também de diversas “ferramentas” que podem conter os efeitos mais graves.

“Nós não estamos imunes ao aprofundamento da crise, mas trabalhamos com esforço e discernimento para manter esses fundamentos macroeconômicos e ao mesmo tempo não comprometer as políticas de crescimento e de inclusão social que são a principal defesa e razão do nosso sucesso”, afirmou Dilma.

A presidente voltou a criticar as nações que continua a adotar políticas fiscais e econômicas rígidas que realizam o corte de gastos públicos e impostos mais altos. Para Dilma, a recuperação pode ser feita através dos estimulas a economia, que ao gastar e investir mais podem conseguir sair da situação.

“Ressalto a importância de manter a durabilidade dessa conquista, que foi a União Europeia, da qual todos nós, mesmo que não sejamos da zona do euro, precisamos”, finalizou.