Publicado em: sexta-feira, 26/07/2013

Dilma é 49% rejeitada em nova pesquisa

Dilma é 49% rejeitada em nova pesquisaA aprovação da presidente Dilma Rousseff caiu ainda mais pontos nas pesquisas, de acordo com a pesquisa que foi anunciada nesta quinta-feira, dia 25 de julho, através da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) Dilma perdeu ainda 26% em popularidade.

A última pesquisa o número de apoiadores para a presidenta era de 71% e agora são 45% contra. Ou seja, nesta avaliação o lado negativo supera a porcentagem positiva na primeira vez durante esta série que pode ser considerada como histórica nas pesquisas que chegaram a atingir em provação 49%. Segundo a pesquisa 6% dos entrevistados não responderam ou não sabiam.

O governo da presidenta petista teve uma queda de 24 pontos percentuais. Seu governo tem sido avaliado entre ótimo e bom para 31%, na pesquisa anterior, feita no dia 19 de junho, os brasileiros que aprovavam seu governo eram 55%. Entre aqueles entrevistados que dão ao governo Dilma um parecer regular aumentou de 32% a 37% em comparação com a anterior. Aqueles que consideram o governo Dilma ruim foi de 7% da pesquisa anterior para 13% de entrevistados na atual. Os que não responderam ou não sabiam somaram 1% do total dedados colhidos.

No levantamento de junho, 32% dos entrevistados avaliaram o governo como regular; 13% consideraram como ruim ou péssimo e 1% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

A margem para erros é como sempre, de dois pontos percentuais, sendo para menos ou mais. A pesquisa foi realizada em campo, entre os dias 9 até 12 deste mês de julho.

Está computa a terceira das pesquisas que demonstram a queda nas avaliações populares do governo da presidenta Dilma Rousseff. A pesquisa do instituto Datafolha divulgou uma queda em 27% em 29 de junho. O instituto MDA, em pesquisa feita para a Confederação Nacional dos Transportes (CNT), detectou queda de 22,9% em avaliação positiva para o governo do Patido dos Trabalhadores (PT), em 16 de julho.