Publicado em: segunda-feira, 01/09/2014

Dilma diz se preocupar com o programa de governo que foi apresentado por Marina

Dilma diz se preocupar com o programa de governo que foi apresentado por MarinaNo último domingo (31), a candidata à reeleição pelo PT, presidente Dilma Rousseff, afirmou que o programa de governo apresentado pela candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, a deixa preocupada em relação à geração de empregos no Brasil. A presidente chamou um grupo de jornalistas ao Palácio da Alvorada apenas para falar sobre esse assunto. Ela diz que nesse final de semana, teve a oportunidade de ler o programa da candidata Marina e viu propostas que a preocuparam muito, tratando-se da criação de empregos e até mesmo da industrial nacional.

Além disso, Dilma também criticou a forma como a candidata do PSB trata os assuntos sobre indústrias navais e automobilísticas. Segundo ela, durante seu mandato, 12 fabricantes de veículos aumentaram seus investimentos no Brasil, assim como as alemãs Audi e BMW e a marca japonesa Nissan, o número de empregos também cresceu significativamente. A presidente ressalta ainda que, a política de conteúdo local tem como base produzir no exterior, o que pode ser produzido no Brasil, tendo a mesma qualidade, prazo e preço, e deu certo tanto em relação a indústria naval, quanto a automobilística.

‘Economia para o Desenvolvimento Sustentável’

O programa de Marina foi apresentado nessa sexta-feira (29), e teve um capítulo que tratava exclusivamente da “Economia para o Desenvolvimento Sustentável”, que dizia ser indispensável revisar com mais cautela os atuais programas de incentivo e proteção para as indústrias de petróleo e automóveis, levando em conta também a política de conteúdo nacional, que faz com que grande parte do capital seja produzido no Brasil. Em um trecho do programa, é destacado que nesses e em outros casos se avolumam reclamações dos dois lados; dos beneficiários que constantemente reclamam por conta dos requisitos de produção local não serem respeitados, enquanto em contraponto, os agentes que deveriam seguir os limites de produção nacional, afirmam que não é possível cumprir as exigências.