Publicado em: segunda-feira, 28/10/2013

Desigualdade de salários entre gêneros no Brasil é uma das piores no mundo

Desigualdade de salários entre gêneros no Brasil é uma das piores no mundoAs mulheres do Brasil obtiveram a equidade com os homens em itens relevantes como saúde e educação e, mesmo que chegue ao mercado de trabalho com nível igual de educação que os homens, mesmo assim encara obstáculos de todo tipo, sendo a mais contundente, a questão salarial. Conforme com números do relatório de Desigualdade de Gênero, exposto recentemente pelo Fórum Econômico Mundial, os apontadores brasileiros alocam o país entre os mais díspares do mundo.

O relatório insere o Brasil no bando dos países (seguido de Japão e Emirados Árabes) que bancaram recursos respeitáveis na educação das mulheres, porém que não obteve êxito em retirar os empecilhos à participação delas na eficácia de trabalho.

Em detrimento, estes países, não enxergam respostas sobre suas aplicações no desenvolvimento em metade do seu capital humano.

Na classificação da pesquisa, o Brasil configurou no a posição de 62º lugar, a mesma do ano passado, comparado com 136 nações. Os critérios de avaliação são a influência entre os gêneros em relação ao poder político, participação econômica, ingresso à educação e saúde. A nota do país subiu alguns décimos em relação ao ano passado, de 0,691 para 0,695.

Contudo pode-se dizer que o ponto negativo do país foi revelado nos subíndices pautados à mulher no mercado de trabalho, no qual o Brasil surge como um dos mais irregulares do mundo. Um exemplo está no péssimo quesito de equiparação de salários, com a 117ª posição no ranking, de fato um dos últimos, já que como já foi citado, o total de países era de 136.

O estudo separa ainda outros identificadores que permitem clareza na disputa entre homens e mulheres no trabalho. Quando cita a questão de desemprego, por exemplo, quando o índice de desemprego entre o sexo masculino é de 6%, entre o sexo feminino a chega a 11%. A distinção ainda fica aparente na checagem do acesso a bancos, ao analisar que 61% dos homens possuem contas bancárias e somente 51% das mulheres também tem.

Entre a classificação geral, pela quinta vez consecutiva, a Islândia ficou como o país mais desigual do mundo, na frente de Finlândia, Noruega e Suécia, respectivamente.