Publicado em: sexta-feira, 14/10/2011

Defesa afirma que Michael Jackson foi o responsável pela própria morte

E segue o julgamento do médico que é acusado de provocar a morte do cantor Michael Jackson. Nesta quinta-feira, dia 13, um especialista em soníferos foi chamado para prestar seu depoimento. Ele explicou que possivelmente o cantor sofria de insônia por cauda de sua dependência de remédios, mas que isto não justifica o uso de propofol como indutor do sono.

O médico Conrad Murray é quem ocupa o bando dos réus, acusado de provocar a morte de Michael por overdose. A acusação trabalha afirmando que Murray foi negligente, mas os advogados de defesa tentam provar que a culpa pela ocorrido foi do próprio Michael Jackson.

A estratégia da defesa é provar que o médico receito o propofol por exigência do paciente, que tomou uma dose extra do medicamento, sem o conhecimento do médico, o que teria lhe causado a morte. Ele contou que o cantor chamava o remédio de “seu leite”.

J. Michael Flanagan, especialista em medicina do sono, afirmou ainda que o cantor recebeu doses de Demerol receitadas por seu dermatologista Arnold Klein, de Beverly Hills e que desaconselha o uso deste medicamento. Flanagan explica que este remédio pode estimular o paciente, deixá-lo excitado e provocar insônia.