Publicado em: terça-feira, 24/04/2012

CQC se defende pedindo liberdade de expressão

Depois que o programa “CQC” recebeu reclamações pela atuação do humorista Mauricio Meirelles em Brasília, quando ele quase provocou uma briga em evento promovido pelo Governo Federal, a atração resolveu se defender através de pronunciamento feito pelo apresentador Marcelo Tas.

Nesta segunda-feira, dia 23, Tas afirmou que o episódio causou polêmica, e que o Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal resolveu restringir o trabalho da equipe do “CQC”, o que contraria o direito de liberdade de expressão, segundo ele.

A intenção de Meirelles era conseguir chamar a atenção de Hillary Clinton, Secretária de Estados dos EUA, que participou de evento em Brasília. Por isso ele deixou os jornalistas, que estavam tentando fazer um trabalho sério, bastante irritados.

O humorista insistiu em entregar para Hillary uma máscara de carnaval. Ele gritava “samba”, fazendo conotação ao fato da secretária ter sido vista bebendo cerveja e dançando num bar colombiano.

A assessoria de imprensa do Ministério das Relações Exteriores acabou discutindo com Meirelles e a questão quase acabou em briga. Mais tarde a equipe do “CQC” prometeu não causar alvoroço durante a entrevista coletiva com Antonio Patriota e Hillary, onde cumpriu com sua palavra.

Porém, na saída do local, a confusão voltou a se instaurar, já que o humorista voltou a insistir em entregar para a americana a máscara. Ele acabou prejudicando o trabalho de repórteres, cinegrafistas e fotógrafos que estavam no local e alguns colegas tentaram agredi-lo. O Itamaraty e a Embaixada Americana precisaram entrar em ação para que o episódio não terminasse em pancadaria.