Publicado em: sábado, 07/04/2012

Classe C representa o maior potencial de consumo de remédios

Uma pesquisa mostrou que a classe C é a que possui mais potencial para consumir remédios no país. Além disso, a estimativa é de que seja a região Sudeste a que deva gastar mais com esse setor. Espera-se um gasto de R$ 13,47 bilhões em medicamentos entre os moradores dos estados do Sudeste. Pesquisa divulgada esta semana pelo Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) mostrou também que a região Sul fica em segundo lugar com a quantidade de gastos chegando a R$ 4,83 bilhões.

Depois do Sudeste e Sul, estão as regiões Centro-Oeste e Norte, com os gastos calculados em R$ 2,15 bilhões e R$ 1,60 bilhão, respectivamente. Já o Nordeste deve gastar um valor próximo a R$ 5,18 bilhões. Depois da classe C quem deve usar do salário para remédios mais é a classe B. Já no caso das regiões D e E, elas ficam em terceiro lugar. Isso só não ocorre no caso das regiões Sudeste e Centro-Oeste. Na região Sul do país quem gasta mais com medicamentos é a classe de mais baixa renda. O valor estimado para esta classe é de R$ 2,01 bilhões.

A classe A é a que tem tipo menos despesas com a saúde. Ela esteve quase em todas as regiões ocupando a última posição. A maior expectativa ficou ainda para a região Sul, com despesas estimadas em R$ 3,82 bilhões. No total devem ser gastos, ao todo, R$ 63,01 bilhões. Desse total, 51,50% estão concentrados somente na região Sudeste. Ao todo seus moradores devem utilizar em torno de R$ 32,45 bilhões. Depois de São Paulo quem mais deve gastar com medicamentos são os moradores do Nordeste, com R$ 11,03 bilhões. Depois estão as regiões Sul, Centro-Oeste e Norte. Elas devem ter de despesa, anualmente, em torno de R$ 10,93 bilhões, R$ 5,13 bilhões e R$ 3,47 bilhões, nesta ordem.