Publicado em: quinta-feira, 22/05/2014

Cigarro eletrônico pode auxiliar quem pretende deixar o vício, diz pesquisa

Cigarro eletrônico pode auxiliar quem pretende deixar o vício, diz pesquisaO vício pelo fumo é cada vez maior, contudo, há quem fuma por tanto tempo que anseia largar a prática, e para isso existem muitos métodos, inclusive adesivos e chicletes. Porém, uma pesquisa revelou que, fumantes que passem a usar cigarros eletrônicas, tem maiores chances de deixar o vício, em comparado aos que tentam por meio de terapias de reposição de nicotina (adesivos ou chiclete), ou pela própria força de vontade.

O estudo que foi descoberto no Reino Unido, fez análise em mais de 6 mil fumantes e chegou a conclusão que um quinto dos voluntários, conseguiu parar apenas com a ajuda de cigarros eletrônicos. O índice foi 60% maior em relação ao que foi alcançado por aqueles que não fizeram uso dos aparelhos, mostra o estudo.

De acordo com a equipe da universidade College London, que está à frente da pesquisa, destaca que os cigarros eletrônicos podem ser ‘cautelosamente positivo’ na vida do fumante. O uso destes cigarros tem tido um crescimento significativos atualmente, segundo a organização Action on Smoking and Health (Ação sobre Fumo e Saúde) acredita que em média, 2 milhões de pessoas façam uso da novidade, o número atual supera o de dois anos atrás. Grande parte dos fumantes que não pretendem deixar o fumo, também experimentaram o produto, o que foi um avanço, comparado com 8% no ano de 2010.

Proibição

O cigarro eletrônico, foi um produto desenvolvido com a função de substituir a combustão do tabaco e de outras substancias por meio da queima de nicotina liquida, a transformando em vapor, fica a critério do usuário escolher qual o nível de concentração da substancia e os ingredientes que pretende misturar. Mesmo sendo um produto melhor do que o cigarro convencional, o governo do País de Gales, ainda avalia que se o uso será liberado em locais públicos, já no Brasil, a Agencia de Vigilância Sanitária – Anvisa -, proíbe o uso desde 2009, tanto a venda quando a importação do cigarro eletrônico.