Publicado em: sexta-feira, 15/06/2012

Caso Yoki: executivo pode ter sido decapitado vivo

A Polícia Civil divulgou nessa quinta-feira (15) o resultado do laudo necroscópico da morte do executivo Marcos Matsunaha, de 42 anos, que foi morto pela mulher, Elize Matsunaga, de 30 anos. Agora, o Departamento de Homicídio e de Proteção à Pessoa (DHPP) está investigando se Elize teria decapitado o marido enquanto ele ainda estava vivo.

As suspeitas é de que Elize, que esquartejou o corpo de Marcos depois de lhe dar um tiro de pistola 380 na cabeça, cortou a cabeça do marido enquanto ele ainda estava agonizando por causa do ferimento a bala.

De acordo com as informações do laudo necroscópico, a causa da morte do executivo da Yoki foi “choque traumático (traumatismo craniano) associado a asfixia respiratória por sangue aspirado devido a decapitação”.

Por conta dessa suspeitas, os policiais ainda estão esperando que os laudos da simulação do crime fiquem prontas para que eles possam entender como exatamente o executivo foi assassinado.

Ainda de acordo com o laudo divulgado na quinta, o disparo que foi feito por Elize contra Marcos foi à queima-roupa, da esquerda para a direita, de cima para baixo e de frente para trás.
Na manhã desta sexta-feira (15), o inquérito policial no qual Elize está sendo indiciada por homicídio duplamente classificado, com motivo fútil e meio cruel. Ela está sendo indiciada também por ocultação de cadáver, já que as partes do corpo de Marcos foram abandonadas na cidade de Cotia, na Grande São Paulo.

O caso pode ser transferido da cidade de Cotia, onde o corpo foi encontrado, para o quinto Tribunal do Juri de São Paulo. Isso porque o crime aconteceu no apartamento onde o executivo vivia com a mulher e a filha e ele está localizado na Vila Leopoldina, na Zona Oeste da capital paulista.