Publicado em: quinta-feira, 12/12/2013

Capitalização da América Latina e do Caribe deve progredir 3,2% no ano que vem

Capitalização da América Latina e do Caribe deve progredir 3,2% no ano que vemA economia da América Latina e do Caribe deve progredir mais em 2014 do que em2013. A presciência é da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), que confia desenvolvimento de 3,2%, em 2014, e 2,6%, em 2013.

Conforme o Balanço Preliminar das Economias da América Latina e Caribe 2013, no ano que vem, o desenvolvimento regional será comandado pelo Panamá, com 7%, acompanhado pela Bolívia (5,5%), Peru (5,5%), Nicarágua (5%), República Dominicana (5%), Colômbia, pelo Haiti, Equador e Paraguai, todos com índice de 4,5%. A proeminência para a Argentina e o Brasil é 2,6%. O Chile e a Costa Rica devem progredir 4%; a Guatemala, o México e o, Uruguai, empatam com 3,5%; e a Venezuela, 1%.

Para a Cepal, o mínimo empenho da procura externa, a grande inconstância financeira internacional e a redução no gasto foram os aspectos que levaram a performance econômica mais acanhada em 2013.

Para 2014, a Cepal prevê que um panorama externo suavemente mais adequado coopere para acrescentar a procura externa e, assim sendo, as exportações da região. A comissão destaca que da mesma forma, o consumo particular permanecerá ampliando-se, mesmo com as alíquotas mais inferiores que as temporadas anteriores, à medida que se mantenha o desafio de adicionar o recurso na região.

Conforme o documento, o desafio capital para os governos da América Latina e do Caribe é incentivar o recurso como maneira de incitar a laboriosidade e o desenvolvimento com equidade. Porquanto, a comissão protege acordos sociais, com um padrão institucional que proporcione confiança e preceitos objetivos, com políticas de curto limite que ajustem estabilidade nominal e real, e políticas de limite estendido que estimulem um investimento mais diferenciado nos segmentos comercializáveis.