Publicado em: segunda-feira, 12/08/2013

Candidatos da presidente da Argentina Cristina Kirchner são severamente derrotados em eleições

Candidatos da presidente da Argentina Cristina Kirchner são severamente derrotados em eleiçõesApós a realização de eleições primárias na Argentina que são realizadas antes das eleições parlamentares que estão marcadas para o mês de outubro no país, os candidatos que contam com o apoio da atual presidente Cristina Kirchner tiveram uma derrota sumária neste domingo, o resultado reflete que a presidente perdeu a popularidade e vetou uma possível reforma na constituição que tinha como objetivo a ampliação do mandato de Cristina até o ano de 2015.

Os candidatos que fazem parte da oposição ao governo atual, que apesar de estar fragmentada tiveram vitória declarada nas principais cidades da Argentina e isso inclui também as províncias que existem em Buenos Aires, são elas Córdoba, Santa Fé e Mendoza esses dados são resultantes dos números parciais, porém são oficiais.

Cerca de 40% da população da Argentina está localizada nessas províncias, nessas localidades a chapa que tem a liderança de Sergio Massa que é peronista e representa a oposição ao governo atual, os números indicam que os integrantes dessa chapa alcançaram um número favorável de 6% acima dos números dos candidatos que são apoiados pela presidente, este números tendo 51% das seções eleitorais apuradas.

Massa comemorou a vitória e disse que a força política que foi eleita pelo povo de Buenos Aires para participar das eleições que serão realizadas em outubro no país são os que representarão o povo na luta contra a insegurança, contra a inflação e também contra os impostos cobrados.

Através do mecanismo popularmente chamado de voto útil nas eleições que serão realizadas no mês de Outubro na Argentina, a vantagem de Sergio Massa sobre os candidatos apoiados pela presidente Cristina Kirchner poderia crescer ainda mais porque já é esperado que se tenha uma junção dos votos da oposição no candidato que obteve melhor desempenho nas eleições primárias, todos esses fatos arriscariam o controle que a presidente Cristina Kirchner possuí no congresso argentino.