Publicado em: terça-feira, 14/01/2014

Caixa encara 26 mil batalhas por retificação do FGTS pela inflação

Caixa encara 26 mil batalhas por retificação do FGTS pela inflaçãoA Caixa Econômica Federal encara uma montanha de processos que pode derivar numa dívida opulenta para o banco, e dinheiro extra nos saldos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) de centenas de trabalhadores. As retificações, conforme os emissários dos cotistas podem alcançar a 100%, porém jamais teve disposição favorável.

Nos derradeiros meses, a instituição bancária foi mira de cerca de 26 mil ações, dos quais 12 mil tiveram autorização. Na totalidade, a determinação foi contrária à solicitação de correção.

?A questão que motiva as batalhas é que os trabalhadores têm sido depreciados desde 1999, quando o FGTS passou a ser composto pela Taxa Referencial (TR). Como esse apontador é inferior que a inflação, o poder de aquisição dos resultados do FGTS acabam desgastados ao longo da temporada.

O intuito dos processos é que as contas passem a ser retificadas por um identificador inflacionário, como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Nas avaliações do presidente do Instituto FGTS Fácil, Mario Avelino, os prejuízos de quem tinha resultado em junho de 1999, cerca de 65 milhões de indivíduos abordaram, em janeiro deste ano, cerca de 100%. O governo computa ter abandonado o depósito de R$ 201 bilhões no Fundo nesse momento.

A estima alegadamente por direito é acima aos R$ 150 bilhões que, conforme o Banco Central, os estabelecimentos financeiros poderão ser forçados a pagar caso o Supremo Tribunal Federal (STF) delibere a favor dos poupadores no caso das reduções da poupança em pretexto dos programas econômicos Collor 1 e 2.