Publicado em: sexta-feira, 14/12/2012

Cachê subiu e Rita Lee volta a fazer shows

Cachê subiu e Rita Lee volta a fazer showsA cantora tem shows marcados em janeiro, fevereiro e março. O cache da roqueira subiu em menos de seis meses. Rita Lee anunciou no início de 2012 que estava partindo para a aposentadoria. A ideia não vingou por muito tempo. Para o ano que vem, há negociação com empresários sobre alguns pocket shows que devem acontecer nos próximos três meses.

Recentemente, Rita Lee apareceu de surpresa em um festival de música em Brasília. O cachê por um show da polêmica roqueira subiu e ela parece ter curtido a ideia. Um evento bancado desde o equipamento de palco até o hotel era de R$100 mil. Agora já está por volta dos R$140.

A mais recente aparição da cantora gerou polêmica. A apresentação na capital do país aconteceu no dia 4 de novembro deste ano, no Museu da República. Atitude semelhante já tinha acontecido no início de 2012, na cidade de Saquarema, no Rio de Janeiro. Ela abaixou a calça e virou para o público no festival Green Move. As bandas Titãs e Jota Quest também fizeram parte do evento musical.

Encrenca com policiais

No dia 29 de janeiro, a cantora chegou a ser detida pela Polícia Militar de Aracaju. O motivo do início da confusão foi que Rita Lee teria criticado os policiais presentes no seu show que seria de despedida. O show aconteceu um dia antes na praia de Atalaia nova, região metropolitana da capital.

A cantora já completou os 64 anos. No dia 28 de novembro, após o show em Brasília, ela publicou no twitter que perdeu um de seus patrocinadores após ter mostrado a intimidade. A notícia foi “alegrai-vos, reacionários. Perdi o patrocínio de um banco porque mostrei a ‘bunda’ (sic)”.

A artista continuou o texto dizendo que “nunca tive padrinho, nunca fui amiga de cartola, nunca recebi incentivo, nunca fiz teste do sofá. Bye bye mini tour ‘Reza'”, colocou Rita. Ela esteve durante nove meses longe dos palcos. O processo com os policias de Sergipe resultou em um acordo de R$40 mil. A denúncia envolveu 35 profissionais sobre apologia ao crime e desacato.