Publicado em: terça-feira, 29/10/2013

Brasil vai lançar vacina contra rubéola e sarampo para países menos favorecidos

Brasil vai lançar vacina contra rubéola e sarampo para países menos favorecidosA Bio-Manguinhos, centro de exame e desenvolvimento biomédico do Brasil, espalhou ontem dia 28, objetivo de produzir uma vacina dupla viral para sarampo e rubéola designada a países menos favorecidos, especialmente na África.

A pioneira vacina brasileira criada exclusivamente para demanda fora do país, através do centro que é uma integração da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), em companhia com a Fundação Bill & Melinda Gates.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, fez o anúncio dos planos sobre a vacina em uma conferência de medicina organizada pela Fundação Gates no Rio de Janeiro.

O Brasil entrou no rol de nações que como a China e Índia estão preocupados com a questão social, e por este motivo, vem acelerando os recursos em tecnologia biomédica para prover vacinas e medicamentos a países em ampliação com preços menores em relação aos cometidos pela indústria farmacêutica de países desenvolvidos.

O sarampo ceifa as vidas de 158 mil pessoas no mundo, grande parte deste número é de crianças com até cinco anos. Já a rubéola, causada por vírus que pode ser transmitida facilmente, vem com sintoma de manchas avermelhadas pelo corpo, o maior prejuízo é se uma mulher grávida adquire a doença que pode trazer complicações para o feto e até levá-lo a morte.

O Centro de Pesquisas, que tem uma grande experiência neste ramo na realização de vacinas contra sarampo, caxumba e rubéola, pretende fazer 30 milhões de porções a cada 12 meses, referente à nova forma de imunização para prover países em como a África, Ásia e América Latina.

Bio-Manguinhos tem fabricado a vacina multiviral para sarampo, caxumba e rubéola há 10 anos sob um convênio de transferência de tecnologia com a GlaxoSmithKline. Essa vacina tripla é utilizada na instrução de imunização brasileira, mas ainda não foi aceita em outros países de açodo com o valor da mesma e também pela falta da doença como caxumba em muitas destas nações.