Publicado em: sábado, 09/11/2013

Bens de suspeitos do caso Alston-Siemens são bloqueados pela justiça

Bens de suspeitos do caso Alston-Siemens são bloqueados pela justiçaA Justiça Federal da capital paulista decidiu o impediu transação de cerca de R$ 60 milhões em importâncias que ficavam em contas correntes, fundos de investimento e ações oriundas aos suspeitos que averigua delitos de corrupção a processo licitatório do Metrô de São Paulo e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.

Depois ter ciência da solicitação de colaboração internacional conduzido pelos comandos suíços ao Brasil, a Polícia Federal impetrou a obstrução das estimas com o intuito de afiançar a compensação do Estado e da coletividade.

Cinco investigados obtiveram não podem mexer em seus bens, pois estão impedidos pela justiça, do quais três indivíduos estavam no alto escalão da companhia. Igualmente comprometidas pela ação judicial existem três firmas, as quais duas são dúvidas no caso de corrupção.

Há quatro meses, a corporação situada na Alemanha, a Siemens denunciou ao governo brasileiro um traçado de constituição de organização do crime, do qual estava inclusa, em processo licitatório dos metrôs e trens de São Paulo e também Distrito Federal. De acordo com a empresa alemã, eles faziam parte de um pacto de condescendência entre a companhia e o governo. O projeto gerou um estrago valioso de R$ 577 milhões.

Com o aviso às autoridades brasileiras, em substituição, a Siemens e seus executivos granjearam a delação premiada. As outras agências submergidas nas suposições podem ser penalizadas.

O sistema fraudulento abrange, em tese, as grandes empresas como Alstom, Bombardier, Mitsui e CAF. A desconfiança é de que as companhias acordavam previamente a decorrência das licitações e, portanto conseguiam de 10% a 20% afora do valor lícito pelo ofício convencionado.

A apreciação dos documentos confiscados arrastará por três meses. Admitidos os vestígios de quadrilha, o Cade estabelecerá ação contra as suspeitas. Hipoteticamente, a conspiração contém outras sete companhias: Serveng-Civilsan, TTrans, MGE, TCBR Tecnologia, Tejofran eTemoinsa, Iesa.