Publicado em: quinta-feira, 02/08/2012

Audiência de Cachoeira é adiada

Audiência de Cachoeira é adiadaA audiência que aconteceria ontem (1°) no Tribunal de Justiça do Distrito Federal, em que o empresário goiano Carlinhos Cachoeira iria depor, foi adiada para o dia 29 de agosto. Como foi encerrada, o bicheiro não foi ouvido. Ele deveria esclarecer as diversas acusações contra ele, como tráfico de influênciae formação de quadrilha.

O contraventor chegou ao tribunal escoltado pela Polícia Federal e passou algemado, rapidamente pela imprensa sem dar declarações. Os fotógrafos e repórteres não puderam adentrar na área em que ocorrem os depoimentos.

Os ecretário dos transportes do governo do Distrito Federal, José Walter, foi oprimeiro a depor como testemunha. Ele afirmou que a licitação do controle do sistema de bilhetagem era mantida sobre a responsabilidade da DFTrans, e custava R$ 60 milhões apenas para instalar o novo sistema, e não a manutenção de custos mensais do serviço. Ele reconheceu que esta prestação de serviço pode ser feita por um terço do valor e garantiu que não conhece Cachoeira e que não recebem propostas que fossem a respeito do serviço.

No início da audiência a juíza Ana Claudia Costa Barreto determinou que as algemasfossem retiradas do acusado. Oito réus, 12 advogados e dois promotores acompanharam a audiência. O novo advogado de defesa do bicheiro, Rafael Tucherman, assumiu o caso, já que Márcio Thomaz Bastos pediu para deixar o cliente ainda essa semana.

Após os depoimentos da testemunhas da promotoria, dois depoimentos foram ouvidos para a defesa, e outros quatro foram dispensados. O contraventor deixou a sala apenas quando o réu Gleyb Ferreira da Cruz deveria depor. Ele foi apontado como principal auxiliar de Cachoeira.

O motivo da remarcação das audiências aconteceu porque os réus quiseram aguardar até os depoimentos das testemunhas de defesa, que serão realizados por carta precatória.