Publicado em: sexta-feira, 16/05/2014

Após comunicado em que dizia que salários dos servidores estariam congelados funcionários da USP programa paralisação para o próximo dia 21

Após comunicado em que dizia que salários dos servidores estariam congelados funcionários da USP programa paralisação para o próximo dia 21No início desta semana o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulista anunciou que os salários referentes ao pagamento dos professores e funcionários da Unesp, Unicamp e também USP não seriam reajustados, por dificuldades financeiras das instituições.

O pior caso é o da Universidade de São Paulo que já gastou parte de suas reservas financeiras para destinar à gastos com folha de pagamentos dos funcionários, sendo assim o Cruesp, declarou que o reajuste salarial desses funcionários seria quase impossível de acontecer, mesmo assim avisou que esses cálculos poderão ser revisados no mês de setembro.

Porém, após essa notícia, os funcionários e professores que fazem parte do quadro de funcionários da Universidade de São Paulo divulgaram que irão parar suas atividades no próximo dia 21, está marcada também para essa data uma nova tentativa de negociações entre o Conselho e os funcionários da USP e demais instituições representadas pelo Cruesp, para que seja evitada uma paralisação nos serviços prestados.

Uma assembleia deve ocorrer no dia 21 entre os funcionários da Universidade de São Paulo, para que seja tomada a decisão a respeito de haver ou não paralisação nos serviços da instituição, caso não haja acordo na reunião do Cruesp, os funcionários garantem a paralisação a partir deste dia.

Por outro lado, os funcionários das instituições do estado optaram por pedir um reajuste no total de 9.78%, dentro desse valor estariam as correções salariais que ocasionaram perdas nos anos anteriores, além do reajuste de acordo com os valores medidos da inflação no período dos últimos 12 meses.

De acordo com o Cruesp uma nova reunião deverá ocorrer em setembro para que sejam avaliadas as situações financeiras das instituições, que no momento, passam por sérias dificuldades financeiras.