Publicado em: segunda-feira, 26/05/2014

Aécio Neves critica a quantidade de ministérios no Brasil: “Ela é onerosa, custa muito ao Brasil!”

Aécio Neves critica a quantidade de ministérios no Brasil: “Ela é onerosa, custa muito ao Brasil!”Durante o lançamento da pré-candidatura da senadora Ana Amélia ao governo do Rio Grande do Sul em Porto Alegre, o também pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, fez críticas sobre a grande quantidade de ministérios no Brasil. Ele acredita que a máquina pública é um custo muito alto ao país e não traz avanços. “Vamos restabelecer a racionalidade da máquina pública brasileira.

O Brasil só tem menos ministérios do que o Sri Lanka. São pastas de interesses dos aliados. Nunca antes na história do país, houve uma base tão ampla como essa. Ela é onerosa, custa muito ao Brasil, não serve para proporcionar avanços”, afirma durante uma entrevista coletiva dada a Assembleia Legislativa do RS. De acordo com o pré-candidato, poderia ainda ser cortados os cargos comissionados, e ainda fala sobre a possível criação de uma secretaria extraordinária para que no período de seis meses poder tocar um projeto de simplificação tributária.

Além disso, ele também comentou sobre o Bolsa Família, assumindo que o programa já está consolidado em muitas regiões do Brasil, mas ressaltou que a primeira ideia e formação do programa foi do governo peemedebista, ainda quando Fernando Henrique Cardoso estava presidia o país. “No governo Lula, o programa era o Fome Zero, que ninguém conseguia entender o que era. Ele abandonou o Fome Zero, unificou os programas sociais. Para nós, o Bolsa Família é o ponto de partida; para o PT, é o ponto de chegada”, diz.

Candidato a vice não definido

Quando questionado sobre a vaga de vice em sua chapa, Neves conta que ainda não foi definido que ocupará a vaga, ele espera que até junho seja decidido. “Precisamos lançar alguém que recupere o Brasil e firme parceria que não seja ideológica. Precisamos reposicionar o Brasil com as cadeias globais de produção e avançar na qualificação de programas na área social”, finaliza.