Publicado em: quinta-feira, 15/05/2014

Aécio e Campos criticam política fiscal de Dilma durante encontro com prefeito

Aécio e Campos criticam política fiscal de Dilma durante encontro com prefeitoO senador Aécio Neves (PSDB) e o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), ambos pré-candidatos à eleição presidencial, aproveitaram a Marcha dos Prefeitos nessa quarta-feira para fazerem criticas a gestão fiscal do governo Dilma Rousseff. O peemedebista afirmou que é preciso que seja criada uma lei de responsabilidade fiscal para a União, que ele acredita gastar muito e gastar mal.

O candidato tucano ficou a favor para que os municípios sejam compensados por desonerações tributárias para que suas despesas fiquem de acordo, dentro das receitas. “Temos que criar uma lei de responsabilidade fiscal para a União. Os Estados têm, os municípios têm. A União não tem. Aumenta gastos como quer”, critica Aécio. Além disso, o senador lembrou que sempre fez a defesa da compensação dos municípios com a criação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 31, que visa obrigar o reembolso aos municípios que passam por algum tipo de prejuízo que é ocasionado por isenções fiscais que são cedidas pelo governo federal.

Ele acredita que, isso impediria que o governo federal “faça bondade com chapéu alheio”, completa. O candidato tucano também criticou os subsidios entregues ao setor elétrico e afirmou que eles são ‘perversos’, fazendo referência aos altos gastos, “Os recursos poderiam ter sido canalizados para programas sociais. Só em subsídios do setor elétrico, do ano passado para este ano chegam a 20 bilhões de reais.

Portanto, 20 bilhões de reais para subsidiar um equívoco do governo federal, com o intervencionismo perverso que fizeram no setor”, finaliza. Aécio ressaltou que os 12 anos do PT à frente do país geraram uma ‘herança maldita. Segundo ele, ficou “baixíssimo o padrão ético no governo atual. Para o ex-governador de Pernambuco, as desonerações feitas no governo de Dilma, foram muito mais do que além da responsabilidade fiscal, então não cogita mais reduzir tributos as culpas dos municipios.