Publicado em: sexta-feira, 02/09/2011

Acusados de roubarem protótipo de iPhone 4 em 2010 declaram inocência

Os dois homens acusados de terem roubado o protótipo do iPhone 4, produto da Apple, em 2010 entraram nesta quinta-feira (01) com um apelo para alegarem inocência. Californianos, Brian Hogan, 22, e Sage Wallower, 28, são acusados de terem vendido o aparelho pela internet no site Gizmodo pelo valor de 5 mil dólares. Os acusados teriam encontrado o dispositivo da Apple em um bar em Redwood City no mês de março.

Ao serem identificados, Steve Jobs, que na época ainda atuava como principal executivo da empresa, optou por resolver os detalhes pessoalmente para recuperar o produto da empresa. As acusações contra ambos são de apropriação indevida de bens perdidos, mas Wallover também é acusado de posse de bens perdidos. Os acusados não comparecerem à audiência na qual suas defesas entraram com o apelo para alegarem inocência. De acordo com a polícia, Hogan teria sido quem encontrou o protótipo no bar.

Depois de ter colocado o produto à venda na internet, com uma descrição minuciosa dos detalhes do dispositivo que até então era secreto, Jobs logo ficou sabendo do vazamento do produto e ligou pessoalmente ao número indicado para resolver a situação. A defesa de Hogan alega que o cliente entende a sua culpa no caso e que no dia ele estava bêbado e fez uma coisa tola.

O cliente do Gizmodo que comprou o dispositivo em 2010, blogueiro Jason Chen, se encontrou com o vendedor em uma unidade do Starbucks. Nenhuma acusação foi prestada contra ele, pois Chen declarou que seus direitos legais como jornalista foram violados ao ter sua residência revistada pela polícia.